Prestadores de Serviços Turísticos

Metodologia e notas técnicas

Os dados foram obtidos do conjunto “Prestadores de Serviços Turísticos – Prestadores Especializados em Segmentos Turísticos”, filtrando sempre o 4º trimestre de cada ano a partir de 2018. Utilizaram-se as variáveis UF, Tipo de Atividade e Segmentos Turísticos, sendo esta última desmembrada por “|” e reorganizada em linhas para análise proporcional por segmento.

Guias de Turismo

Metodologia e notas técnicas

Os dados sobre Guias de Turismo foram obtidos diretamente no portal de Dados Abertos do Governo Federal, por meio do conjunto “Prestadores de Serviços Turísticos – Guias de Turismo”, disponibilizado pelo Ministério do Turismo. Após o download das planilhas, as informações foram tratadas por meio de scripts desenvolvidos em Python, permitindo a organização, limpeza e conversão dos dados textuais em formatos numéricos estruturados. Ao aplicar esse procedimento, foi possível apresentar os resultados de forma clara e acessível, favorecendo a interpretação das tendências e a análise da atuação dos guias de turismo em nível nacional.


Empresas e Outras Organizações e Pessoal Ocupado no Turismo

Metodologia e notas técnicas

Os dados apresentados foram extraídos da Tabela 992 do Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA), que reúne informações sobre empresas e pessoas ocupadas no Brasil. Foram utilizadas as variáveis “Número de empresas e outras organizações (Unidades)” e “Pessoal ocupado total (Pessoas)”.

Foram empregados também os percentuais “Número de empresas e outras organizações – percentual do total geral (%)” e “Pessoal ocupado total – percentual do total geral (%)”.

Adicionalmente, selecionou-se a categoria “79 – Agências de viagens, operadores turísticos e serviços de reservas”, conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0). Nos campos “Faixa de pessoal ocupado” e “Natureza jurídica”, optou-se por manter a categoria “Total”.

A delimitação espacial foi realizada no nível de “Unidade da Federação”, e os anos de referência foram selecionados conforme a necessidade da análise.

Nota: Os valores referentes aos dois anos mais recentes da série histórica podem sofrer alterações em função de revisões e atualizações realizadas na base original de dados, portanto, a interpretação dos dados pode divergir de acordo com o ano analisado.


Arrecadação Federal na Economia do Turismo

Metodologia e notas técnicas

Os dados utilizados foram obtidos a partir do “Anuário Estatístico de Turismo 2022 – Ano Base 2021”, disponível no site oficial do Ministério do Turismo. Para acesso aos dados em formato tabular, deve-se selecionar a opção “Planilhas Anuário Estatístico de Turismo 2022 – Ano base 2021 (ZIP com Plan. Excel)”, que reúne os arquivos organizados por tema, incluindo indicadores socioeconômicos, ocupações formais e fluxos turísticos. Para as nossas análises utilizamos a planilha “12. Panorama econômico do turismo no Brasil”.

Nota: Os valores referentes aos dois anos mais recentes da série histórica podem sofrer alterações em função de revisões e atualizações realizadas na base original de dados, portanto, a interpretação dos dados pode divergir de acordo com o ano analisado.

Ocupações Formais na Economia do Turismo

As ocupações formais representam os postos de trabalho regularizados, e, neste painel, focamos especificamente nas atividades vinculadas à economia do turismo. Essa visão é fundamental para compreender o cenário econômico e social de uma região, fornecendo subsídios para que gestores públicos, investidores, trabalhadores e demais atores do setor tomem decisões fundamentadas em dados. A análise dessas informações são relevantes para o planejamento de políticas públicas, estímulo à geração de empregos e fortalecimento das atividades turísticas no Piauí.




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Análise de Dados

O turismo se destaca como um dos setores sensíveis às variações econômicas, sanitárias e sociais. Pequenas mudanças no comportamento de consumo e no fluxo de deslocamento das pessoas podem gerar impactos significativos, como evidenciado durante a pandemia de Covid-19, o setor enfrentou uma retração e observou-se uma queda expressiva no número de trabalhadores formalmente ocupados.

Antes da pandemia, o Piauí apresentava um movimento consistente de crescimento na economia do turismo, com aumento gradual do volume de ocupações formais até 2019. Após o choque de 2020, os dados mostram que o estado iniciou um processo de recuperação, voltando a registrar crescimento, ainda que sem alcançar os patamares anteriores.

Apesar da recuperação interna, o desempenho do Piauí na comparação nacional é modesto: em 2021, apenas 3,1% das ocupações formais do estado estavam vinculadas ao turismo. No ranking nacional daquele ano, três estados nordestinos se destacaram entre as maiores participações: Alagoas (4,8%), Bahia (4,1%) e Rio Grande do Norte (4,1%), atrás apenas do Rio de Janeiro (5,2%). Esse cenário evidencia que, embora o Piauí esteja em trajetória de crescimento, ainda existe um amplo espaço para expansão e fortalecimento das atividades turísticas no mercado formal.

Metodologia e notas técnicas

Foi utilizado o Anuário Estatístico de Turismo 2022 – Ano base 2021, acessando o arquivo “13. Indicadores socioeconômicos – Brasil__A2022-2021-V49-1ed”, aba “Ocupações Formais 13.4”. Para cálculo de percentuais em relação ao total de empregos formais, foi utilizado o sistema do Ministério do Trabalho (https://bi.mte.gov.br/bgcaged/inicial.php), acessando via login padrão (usuário: basico | senha: 12345678), aba “RAIS”, opção “RAIS VÍNCULOS [+]”, com estrutura por UF e Ano.