Percentual de Moradores em Domicílios com Energia Elétrica

Metodologia e notas técnicas

Os dados utilizados neste painel foram extraídos do Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA), especificamente da tabela “6737 – Domicílios e Moradores com energia elétrica, por situação do domicílio e fonte de energia elétrica”. A variável selecionada foi “Percentual de moradores em domicílios com energia elétrica (%)”.

Na interface de extração de dados do SIDRA, a parametrização foi realizada da seguinte forma: na seção ‘Variável’, selecionou-se ‘Moradores em domicílios com energia elétrica (Mil pessoas)’; em ‘Situação do domicílio’, optou-se pela categoria ‘Total’, garantindo a abrangência entre domicílios urbanos e rurais; no campo ‘Fonte de energia elétrica’, selecionou-se ‘Rede geral’, representando a principal forma de abastecimento energético. Adicionalmente, para análises comparativas, pode-se incluir a opção ‘Rede geral ou fonte alternativa’, possibilitando a derivação de indicadores sobre o uso de fontes alternativas. Por fim, foram escolhidos os anos de referência, compondo uma série histórica consistente para a análise do acesso à energia elétrica.


Domicílios e Moradores (em Milhares)

Metodologia e notas técnicas

A metodologia utilizada foi baseada na Tabela 6736 da PNAD Contínua – Domicílios e Moradores, por situação do domicílio e destino do lixo. Foram selecionadas as variáveis “Domicílios (Mil unidades)” e “Moradores em domicílios (Mil pessoas)”. Essas informações permitem comparar o número de moradores por domicílio de forma direta. As demais classificações (situação do domicílio e destino do lixo) foram mantidas no total.


Déficit Habitacional

O déficit habitacional constitui um indicador que mensura a precariedade das condições de habitabilidade de um domicílio. Essa precariedade pode manifestar-se pela carência de infraestrutura básica, como o acesso a redes de água potável, esgotamento sanitário e coleta regular de resíduos sólidos, bem como pelas condições estruturais insatisfatórias da unidade habitacional ou, ainda, pela ausência de moradia. Esse fenômeno exerce impacto direto e negativo sobre a qualidade de vida, saúde, oportunidades de desenvolvimento social e econômico das famílias atingidas.

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Análise de Dados

No Piauí, é possível ver que até 2022, a carência de moradias ou as condições habitacionais inadequadas concentram-se predominantemente na área urbana, embora ainda se verifique um volume significativo na área rural. Em 2022, o déficit atingiu 12,1% dos domicílios do estado, indicando um aumento de 0,6 ponto percentual em comparação com 2016. Neste mesmo ano, o Piauí está entre os 10 estados mais afetados do país e posicionava-se como o segundo estado nordestino com a mais alta taxa de déficit habitacional.

Metodologia e Notas Técnicas

A metodologia foi baseada na planilha disponível em: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1y0c_oDcNpcq29fJyPAA4jtjDTAzij2MW/edit?gid=128528416#gid=128528416. Foram extraídas as informações do primeiro item (1. Domicílios Déficit) e do último item (1.4.1 Total de Domicílios). Esses dois pontos concentram os principais dados de déficit habitacional absoluto e a base total domiciliar, permitindo calcular percentuais e realizar comparações diretas.